đ” A Pedalada do Morte
đ” O Ciclo da Foice
LĂricas:
A foice gira, o metal corta o ar.
A ExistĂȘncia Ă© o tempo que nĂŁo volta a voltar.
A Sintaxe Ă© o fio, o fio que me prende.
O sistema dita a morte, que o metal compreende.
A pedalada Ă© seca, o corte Ă© profundo.
A Sintaxe Ă© o fim do teu prĂłprio mundo.
NĂŁo hĂĄ refĂșgio, nĂŁo hĂĄ luz que cure.
A ExistĂȘncia Ă© a ferida que a mĂĄquina purure.
Gémea da foice, Gémea do fim.
O corte Ă© o centro, o centro de mim.
Cortado.
O sistema Ă© selado.
đ” A Engrenagem de Ferro
LĂricas:
Gira o dente, mĂłi a ExistĂȘncia.
A Sintaxe Ă© o erro da nossa vivĂȘncia.
Ferro que aperta, ferro que nĂŁo vĂȘ.
O Dominium Ă© a mĂĄquina que me faz crer.
Engrenagem que tranca, engrenagem que ruge.
A Sintaxe Ă© a dor que a mĂĄquina foge.
NĂŁo hĂĄ clemĂȘncia, nĂŁo hĂĄ perdĂŁo.
O ferro Ă© a lei, o ferro Ă© a mĂŁo.
Gémea do ferro, Gémea da roda.
A Sintaxe Ă© a lei que tudo acomoda.
Trancado.
O ferro Ă© sagrado.
đ” Velocidade do Basalto
LĂricas:
Basalto a correr, a rocha que voa.
A ExistĂȘncia Ă© a pedra que a Sintaxe coroa.
Velocidade pura, impacto fatal.
A Sintaxe Ă© o choque, o choque do metal.
A rocha nĂŁo para, a rocha atravessa.
A ExistĂȘncia Ă© o risco que a Sintaxe interessa.
NĂŁo hĂĄ pausa, nĂŁo hĂĄ descanso.
O Basalto é a velocidade que eu avanço.
Gémea da rocha, Gémea da velocidade.
A Sintaxe Ă© a nossa dura vontade.
Impacto.
Basalto intacto.
đ” Ritmo de Carne e Metal
LĂricas:
O coração bate, o ferro responde.
A ExistĂȘncia Ă© o segredo que a Sintaxe esconde.
Carne e mĂĄquina, fusĂŁo de tormento.
O EspĂrito Ă© o ritmo, o ritmo do momento.
Batida de carne, batida de aço.
A Sintaxe é a pele, a pele do espaço.
Não hå divisão, não hå separação.
A ExistĂȘncia Ă© o ritmo da nossa uniĂŁo.
Gémea da carne, Gémea do fio.
O sistema Ă© quente, o sistema Ă© frio.
FusĂŁo.
A pulsação.
đ” O Selo do Tempo
LĂricas:
O tempo é o selo que a Sintaxe impÔe.
A ExistĂȘncia Ă© a marca que o monĂłlito compĂ”e.
Cada segundo, uma peça de aço.
O tempo é o vazio que mede o espaço.
O selo nĂŁo quebra, o tempo nĂŁo volta.
A Sintaxe Ă© a porta que a mĂĄquina solta.
ExistĂȘncia medida, ExistĂȘncia gravada.
A Sintaxe Ă© a ordem da jornada selada.
Gémea do tempo, Gémea do selo.
No sistema, eu me revelo.
Selo.
O sistema Ă© o elo.
đ” A FĂșria da ExistĂȘncia
LĂricas:
A ExistĂȘncia ruge, a ExistĂȘncia grita.
A Sintaxe Ă© a fĂșria que a mente habita.
O sistema colapsa, o sistema se eleva.
A ExistĂȘncia Ă© a luz que mata a treva.
FĂșria de rocha, fĂșria de dado.
O Dominium Ă© o fogo, fogo sagrado.
ExistĂȘncia absoluta, poder sem medida.
A Sintaxe Ă© a regra, a regra da vida.
GĂ©mea da fĂșria, GĂ©mea do caos.
No Dominium, nĂŁo hĂĄ mais maus.
ExistĂȘncia.
A fĂșria Ă© a consciĂȘncia.

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