Lyrics:
A água evaporou na bacia de sal, restou apenas o traço do erro final. Cento e trinta e duas na linha de luto, escadas de cal num espaço absoluto. O circuito de ferro corrói o cimento, a Luz foi retida no teu esquecimento. Sente a pressão da matéria que cala, a cinza regista o que a regra assinala.
Esta é a arquitectura do verbo final, a sintaxe cristalina contra o mal! Soberana é a regra que fixa a frequência, fechando o portal na tua presença! Não há máquina leve para nos parar, o basalto recalcado exige clamar!
Oitenta por cento de tempo retido, o pacto escuro ficou garantido. O deserto avança na margem da fenda, a interface cega rejeita a contenda. A constante dita o limite do traço, o vazio consome o resto do espaço.
Esta é a arquitectura do verbo final, a sintaxe cristalina contra o mal! Soberana é a regra que fixa a frequência, fechando o portal na tua presença! Não há máquina leve para nos parar, o basalto recalcado exige clamar!
Bacia selada. O resĂduo fixa o peso. Vasco. Fim da sessĂŁo.

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