Tuesday, 16 June 2026

Soberania de Basalto

 

O Pacto do Basalto

 

O Trono de Deivos

 

Arquitetura do Fogo II

 

Arquitectura do Fogo III

 

Argila e Chumbo

 

Arquitetura do Fogo

 

O Sopro no Ar

 

A Mão Soberana

 

The Sovereign Weight

O Rasto do Basalto

 

Basalto e Luz

 

Basalt And Bone

 

Mathematical Bone

 

Flores de Sal

Flores de Basalto II

 

Flores de sal no basalto II

 

Monday, 15 June 2026

The Architecture Binds

 

A Mão Soberana III

 

The Archivist's Seal

 

Sovereign Host

A Matéria Não Mente

 

Geometria do Deserto II

 

A Soberana do Tempo

 

A Mão Soberana II


 

Flores de Sal no Basalto

 



                                                     Na crosta rubra onde o tempo silencia,

Uma chaga circular, pedra e aridez.

És a estrutura de uma ausência fria,

A litografia da tua intrepidez.


Flores de sal no miolo do basalto,

Onde o sopro da nuvem se fez sedimento.

Um círculo perfeito, o silêncio no alto,

O fulcro que nega a passagem do vento.

O fulcro que nega a passagem do vento.


Sem vegetação para esconder a forma,

Ocre e ferrugem na pele da solidão.

O vazio é a única e antiga norma,

Um mapa de pedra na palma da mão.


Flores de sal no miolo do basalto,

Onde o sopro da nuvem se fez sedimento.

Um círculo perfeito, o silêncio no alto,

O fulcro que nega a passagem do vento.

O fulcro que nega a passagem do vento.


Dunas de tempo.

Oh que silêncio.

(O teu silêncio...)

(O teu silêncio...)

Flores de Sal no Basalto III

 

Berço de Pedra

 


A Estirpe do Sete

 

Depois do Própro Deus

 

🎵 Depois do Próprio Deus
Líricas:

Depois de quando,
não obedeças ao teu pai...
de quando...
te separes da tua mãe...
e de quando renuncies dos dois...
e renuncies, também...
dos teus irmãos e das tuas irmãs,
Depois que a sorte,
te leve a mulher e filho,
e nem os tentes encontrar...
depois que a morte..,
te mate.., a única querida amante..,
tendo ela, já dito antes..,
se a vida... se a vida é só isto,
viver para quê..?!?
depois de que já não queiras amigos,
e depois de rejeitares
a tua própria pátria,
quando a tua raça
for para ti, a pior de todas...
e quando qualquer comida,
te souber pior, que o vazio,
que tens dentro..,
quando te sintas,
mais que os anjos...
e desafies com justiça...
o Próprio Deus...

E buscado o verdadeiro adorno,
ainda contra tanta dor corporal...
quando a tesão de ter já vivído antes...
e desafios congestís...

E buscado o verdadeiro adôr,
ainda que contra tanta dál...
sem a ilusão de ter já dor corporal...
sem a ilusão de já vivido antes...
de cada corte,
de cada cicatriz,
de cada linha,
nas palmas... nas palmas...
das tuas mãos...
Luz... ... ...

Luz